sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Rainy hot day...

O dia estava propicio a extremos...

Lisboa estava coberta por uma massa cinzenta e densa e a alma a emitir uma luz que ia de encontro ao coração da cidade...
Aquele brilho nos olhos que já há muito parecia um sinal intermitente, crescia na espectativa de devorar uma vez mais as ruas, os becos...

Um trilho baptizado pela água que escorria pela Avenida onde me sinto livre, água que escorria também pelo chapéu que tantas vezes teimou em fugir... Mas nada que um sorriso quente e sincero não resolva...
A primeira paragem foi tão curiosa quanto fascinante... Um ponto que por fora parece imponente, forte, quase como um Ansião se destaca numa comunidade e que no entanto por dentro está despojada de todo o ouro, toda a ostentação, está calejado, marcado por guerras e saques... E isto faz-me lembrar algo... Acho que traz uma certa segurança saber que não somos os únicos, enfim...

E com coragem, por entre uma chuva que de miúda só tinha aquela inspiração pura por entre ela, segue o caminho... MUDE... E mantenho-me igual... Cor que fascina, que, se possível será, traz uma lufada de ar quente a este dia que só a cidade vê como frio e cinzento... E aquilo que é tão nosso... Está lá... E vive... E a voz fala dentro de nós... E por nós...

Pé ante pé com um cuidado sério... Com uma vontade juvenil de chapinhar nas poças que as ruas oferecem sem pudor, a fasquia sobe... E a luz também... Por aqui e por ali... A saborear, a devorar, sabe deus se calhar a pecar... E avistam-se heróis cobertos de flores e pedras que já foram tão mais...

E vivemos por cima do que já foi tão grandioso... E ainda assim caiu... Ainda bem que os pés estão na terra e os olhos no céu... E não só...
As mãos procuram o calor e parece que apesar de a cidade só oferecer wet, wet, wet... Os mais audazes encontram hot, hot, hot...

O descanso da luz... O merecido descanso onde nada brilhava mais que aquilo...
E não contente com o bater do coração já acelerado, duas últimas paragens regadas pelas luzes e não só e uma pergunta quase fatal que por si só se respondia... Sim...

E com aquela Justa vista sobre as colinas já cobertas pela noite terminou ou começou algo que já há muito pensava não conseguir sentir... Mas consigo...

A toast to that, to this... Um dia para o Guiness, diria...

http://www.youtube.com/watch?v=v0-jj-Z6Dz8 - What a mood... =D

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Hoje...
Acho que hoje só te queria ter aqui...

Quase que não devia... Existir tal companhia...

O porque não bateu tanto e tão forte que quase acreditei que se estava ali tinha uma razão de ser...
Por querer calar quase à força um instinto e uma "fadinha" que gritavam, quase que não fui a tempo...
Quase que deixava escapar por entre os dedos que se entrelaçaram, quase reagi por razão pura, quase que...
Enfim... Quase que quebrava em simultâneo duas promessas feitas a mim mesma...
Uma Promise e um contrato escrito num beco que valem pela vida gritaram mais alto do que qualquer pensamento estúpida e extremamente racional poderia sussurrar-me ao ouvido...

E sabe bem...


?

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Amor é...


Querer ter-te sempre junto, querer colar o teu corpo no meu, sentir o teu cheiro impregnado em mim, querer fundir o teu ser à minha essência e ainda assim estar longe e continuar a ser tua, continuar a sentir-te e sorrir com o coração quando o pensamento cruza o espaço e toca em ti!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Setimento (im)Perfeito

É estranho sentir saudades... Ou porque já passou demasiado tempo ou por ter passado tão pouco tempo...
Ora a saudade está lá como uma dor, ora aparece com um sorriso inocente e tão genuíno...
Chega ao coração sempre como aquele sentimento único e indescritível  que não é só sentir falta, que não é só querer ver, tocar... É mesmo aquela palavra que só existe no nosso tão quente e complicado português e que eu alfacinha sinto só de vislumbrar a minha cidade... E saboreio, e choro por cruzar o espaço e o tempo em pensamento e tocar em seres que são, foram e serão tão parte de mim...
É saudade... E sinto... E hoje é estranho porque acho que foi ainda ontem...

But I'm feeling good...

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Back in the game

É engraçado saber tão bem quem sou e o que quero e encontrar-me a fazer o caminho de volta para mim mesma... Um  passo lento que se quer apressado mas vai-se fazendo... E vai sabendo melhor...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

No Castelo, ponho o cotovelo...

O Carmo transpirava a fado, o cheiro das castanhas passeava por ali e a noite docemente a cair sobre ti... Já se sente o frio de inverno na tua pele, mas o passeio inspirava calor... A luz envolve a entrada da Catedral que hoje é museu e enche a alma com um sorriso... Tomam conta os rebeldes e os tolos não fazem mais do que te buscar, do que te saborear...
A vista que de dia enche o olhar, que mostra as tuas fachadas a serem beijadas pelo sol e a mergulharem no Tejo, que envolve ruínas em inspiração pura, de noite adormecem-te e acordam os sentidos, enchem as tuas ruinhas e ruelas, os Paços e as tabuinhas, as praças e os monumentos... És tu minha Lisboa... Estou de volta a ti...
E esta paixão não foge, não desilude e por mais negras que sejam as nuvens no céu, embrenhar-me em ti traz-me luz... Uma luz amarela... Põe-me alerta, faz-me sorrir... O sorriso genuíno... E nada melhor que terminar o dia envolta nas imagens que saboreio vezes sem conta e que são, por mais roupagens que o tempo te dê, intemporais...

domingo, 18 de novembro de 2012

... E reticências...


Cresceu o rubor na face... Mas o que significava?
Palpitações crescentes que percorriam o corpo em forma de mini-espasmos que consumiam o cérebro e levavam a imaginação para bem longe dali... Para bem mais quente do que ali... Estava frio...
Numa lucidez frenética, num divagar de alma, de corpo... As extremidades iam tocando o estranhamente possível e perto... À média-luz se vivia um fogo de artificio, um acender a pagar de luzes como se dentro de mim já fosse Natal... E era noite de trocar prendas...
A noite trouxe a calmaria, o silencio, a escuridão por onde se escondem os amantes da lua... E não havia muito para dizer, não havia aliás nada para dizer... Só havia o que fazer... Entre o complicado e o divertido, eram mais as adversidades do que qualquer vislumbre de facilitismo... Tango, valsa, rock... Uma dança desajeitada, uma pressa de chegar porque já era tarde... E foi-se chegando... Perto, tão perto... E a manhã pôs a descoberto o que a noite tão (supostamente) bem ocultou...
Olhares meio cúmplices, ambiente meio hangover... E algo que faltava ali... E pelos vistos continua a faltar...
Dia de arrasto, uma preguicite aguda que afectou quase todos os membros... Lanche servido a preceito, com preceitos e envolvido no crepúsculo que fez cair de novo a noite...

Um abraço e um beijo...  E reticências...

sábado, 17 de novembro de 2012

Delicia...

Conversas amenas com conteúdos quase ilícitos...
Olhares intensos que falam, que gritam... Tardes, noites, que se estendem em pensamentos, em palavras...
Uma timidez quase juvenil, um "comichão" escondida de mulher... Um mulher que arde...
Uma partilha que vai além do que se espera, uma quase entrega, sem dar o que se quer...
Um sorriso saudável, maroto, inocente e insinuante...
Lá fora, cai o Carmo e a trindade... Na mente tons de rosa fogo...
O mundo quase pára enquanto aquela delicia se saboreia e quando os pés tocam o chão, o tempo passou, o mundo girou e fiquei ali... E sabe bem...
E é quase perfeito... 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

14-11

E já lá vai um ano... E a saudade fica, e as perguntas continuam por responder... Ai como dói... É aquela dor que não vai, que fica e vai ficar... Nem sei... Só sei que hoje dói...

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Taste it...

Onde acontece afinal o orgasmo?
Ora ai está uma pergunta à qual sempre pensei conseguir responder...
Mas estou a ficar com duvidas...
Ora um nome bastante sugestivo... Junta-lhe um ambiente catita e envolvente... E, pelo menos na mente, já há algo a borbulhar...
Conversa amena e desinteressada... E a difícil escolha entre um menu cheio de iguarias que despertam os sentidos... Chega o tão esperado aroma que inebria, que consome, que devora antes que o garfo chegue à boca... O saborear, o partilhar... Deixar que o sabor envolva o palato, o olfacto  a vista e talvez um sentido que desconhecia ser movido a canellonis...
Uma experiência sempre única e que se grava na memória quase como o primeiro beijo...
Mas o melhor ainda está para vir... A sobremesa... Caseira como se quer, com um sabor diferente de tudo que já se experimentou... Divinal  é a palavra certa... Só algo com toque divino nos toca nos sentidos e quase na alma como aquela textura e sabor conjugados em algo tão tido como banal, tiramissu...
Tudo isto regado de muralhas que foram caindo e a vontade de ficar ali naquele momento...
Hum... Um deleite para todos os sentidos...
Mas acabou, ali, assim... Uma explosão gigante seguida de... Absolutamente nada a não ser o gostinho a café que fica a dançar no palato...

But it was a beautiful day...

domingo, 11 de novembro de 2012

?????

Romântica... Já fui... Acho que deixei de ser... Mas já idealizei, já vivi e andei na rua ao som de uma banda sonora que só eu ouvia... Talvez por ser fruto da minha imaginação apenas e só... E nunca foi realidade... E interrogo-me se alguma vez será para mim ou para alguém...
Se sonho com o amor? Acho que sim! Acho também que me arrancaram a ferros,pelo menos para já, a capacidade de o sentir... É isso ou é mesmo desta que me cruzo com o meu cavaleiro andante... Já me passaram tantos ditos oficiais e cavalheiros pelos olhos e pelas mãos que penso ser capaz de distinguir uns dos outros... Mas tudo isto são no fundo interrogações... Será que aquela pessoa já esteve na minha vida e eu não estava preparada para que ela estivesse e agora está perdido para sempre?
Sinceramente está difícil de compreender este coração... Talvez por ele andar a bater só porque sim, talvez por já estar tão remendado que nem ele sabe onde não foi tocado, talvez por se ter tornado selvagem num mundo tão estupidamente calculista e racional ou racionalizado, não sei...
Sei que me sinto sem me sentir... Nem sei bem o que sinto, mas sei o que não é...
É isto, tudo isto que me faz pensar sem qualquer espécie de remorsos... Porque não?

Dry... Just dry...

Será a vida mesmo um jogo? Onde as pessoas são jogadas como peões ou números de estatística sem que sejam consultadas?
Qué feito das emoções e racionalidade que supostamente fazem de nós uma raça diferente e dominante?
Estou cada vez mais convencida de que, por este andar, com a falta de civismo, humanidade e humildade que reina dentro de alguns dos seres que se intitulam humanos, vamos ser a raça que se vai extinguir por sua culpa...
Ou isso, ou a culpa vai-nos consumir e corroer até que não reste nada de nós... Tudo tão seco, sem vida, sem sabor...
Enfim...

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Lembro-me... E não me esqueço...

Lembro-me de pensar que seria um noite agradável na companhia de quem há muito queria ver, de pensar que seria mais um café com horas de conversa ligadas...
Lembro-me de um certo nervosismo, uma borboleta a voar dentro do meu estômago...
Lembro-me da frase "estás tão pequenina...", do sorriso rasgado...
Lembro-me da vista e de ela não importar muito porque os olhos não saiam daqueles lábios...
Lembro-me de sentir o calor e o aroma à distância e querer senti-los perto...
Lembro-me de me pedir para sentir o meu perfume... E era azul... E era sedução...
Lembro-me de me dizer "se eu te abraçar, eu não te largo mais"
Lembro-me de quão verdade aquilo foi...
Lembro-me de quão mentira se tornou...
E lembro-me até hoje que doeu... E que nunca mais quis como naquela noite ao luar...

Acho que me lembro de nunca mais ter amado, não como amei...

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Tu e eu... Nós...

Já demorava... Sentir esse cheiro que fica gravado na minha pele como uma tatuagem, sentir o toque,a leveza, o sorriso de menino...
Curiosamente é uma saudade que vai existido sem ser angustiante, uma vontade que aumenta a cada encontro, um sorriso sem rancor e sem remorso que faz bem... Uma risota quase maléfica de duas alminhas tão peculiares, tão iguais na sua essência e tão diferentes na sua maneira de ser... Algo que conecta, algo que une e teima em não separar...
E dá-se, e vai-se dando e não sei quando se dará e sabe sempre bem, sabe sempre ao mesmo e sempre melhor não sei bem como...
A alternância entre o puro e duro e o quase doce mel, a bipolaridade que caracteriza o que somos, fazemos e provamos do fundo da alma, do corpo de cada um; os olhos que se cruzam e revelam, a intensidade com que se devoram sem precisar de palavras, a serenidade frenética com que se fecham para simplesmente sentir... Só sentir... E é disso que se alimenta isto... De sentidos e de sentimentos, de gostos e de paladares, de cheiros e daquele aroma único que surge apenas e só entre mim e ti, quando por momentos há o nós...
E vai existindo um eu e um tu, um nós sem que nunca deixemos de ser nós... Tu e eu...

E esta noite fomos nós e vou repousar sendo eu contigo gravado em mim...

http://www.youtube.com/watch?v=xbXLJTuvJCo

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Sweet taste of...


Acho que a conexão está difícil pelos múltiplos significados que qualquer coisa que diga possa ter…

Como demonstrar admiração sem que isso possa ter segundas intenções?
Como mostrar apreço, carinho sem que isso seja visto como fetiche?

É estranho falar do que se sente nos dias que correm…
Está tudo tão sexualizado (se é que isto existe…), que um “adoro-te” é quase uma proposta para uma noite sabe deus onde a fazer o quê…

Mas acho que é isso mesmo que quero dizer… Que te adoro… Por quem és, por quem tens sido, pelo altruísmo, pela presença… Também pelo que te apontam como negativo… As 1001 formas de ver, sentir e pensar, a desorganização aparente (que também me caracteriza) … A obstinação que não deixas fugir e que te faz ser sério e consistente no que te agrada, no que te fascina…
Os momentos aqui e ali, assim e assado… Dias em que qualquer um quer tudo menos divagar e ainda assim nos permitimos fazê-lo… Obrigada por me puxares no sentido que me tem feito falta se calhar sem sequer te aperceberes! E desculpa por não conseguir permitir que o faças mais por mais que o queira…

E percebo cada vez mais que isso leva a uma atracção, uma atracção quase fatal que puxa e empurra, em sentidos diferentes e caminhos iguais… E o tal cheiro que persegue… Mas não é essa atracção... É uma bastante mais saudável que já há muito não sentia…
Nesta ondulação de dias e conversas deliciosas que pedem bis voltei a sentir o sabor da amizade!

Preciso dizer mais? Acho que não…
Termino só a dizer que é tão raro o ser que me traz este sabor que é digno de ser registado…

Nham, nham!

http://www.youtube.com/watch?v=ltc5EsuyBh4 It reminds me of you... =)

24

E já lá vão 24...
E 24 são as horas dos dias que correm sem passar e sabem sempre ao mesmo...
E conseguia lembrar-me agora de 24 sabores tão distintos e sinto pouco...
E espero que venham mais 24 que me saibam melhor... Sempre melhor...

04/11/2012

Já não há estrelas no céu


Lembro-me de ser miúda, naquele que foi o meu tempo (que não foi assim há tanto tempo quanto isso), e de olhar para o céu à noite e ver um luar que quase sorria rodeado por sei lá quantos milhares de estrelas brilhantes, cintilantes… Aquele cenário sempre me fez adorar a noite, querer viver nela só para poder saborear aquela dança de sorrisos e piscares de olhos no céu, para poder ver a lua ora tímida, ora vistosa, uns dias chorosa, outros a gargalhar…
Houve ainda noites em que outros lhe quiseram tirar o brilho, tentaram ser as estrelas da noite e lhe esconderam a luz… E ela, no seu jeito único, ergueu-se nos céus num tom amarelado, alaranjado, avermelhado e presenteou este olhar com um espetáculo único!
Perdi a conta às vezes que fui à janela ao cair da noite só para te ver aparecer, foram incontáveis as noites em que escrevi ao teu sabor, em que me perdi entre as palavras de uma menina, as dos mestres e as que via escritas no céu…
Mas esse tempo já lá vai… Já são tão raras as noites em que tenho 5 minutos para te vislumbrar, não sei se da minha vista ou do céu, já não há tantas estrelas a dançar contigo… Parece que o passar do tempo me roubou de mim, de ti, daquelas noites passadas à janela a escrever ao teu sob o teu brilho e rodeada de velas… Onde as minhas palavras eram amor, esperança, sonho; onde saiam versos, onde a inspiração entrava por mim em ondas de adrenalina que me percorriam de uma forma única, em impulsos de energia que me enchiam e que esvaziava tão inocentemente em palavras camonianas, com visões que cheiravam a Florbela e um pezinho em Bocage…
E sinto-me tão tola ao olhar para tudo aquilo hoje em dia! Ou serei eu tola agora?
Qual de mim estaria certa? A menina que se alimentava da lua e de sonhos de amor de cinema ou a mulher que já se iludiu e desiludiu vezes demais ao ponto de desacreditar quase todos os sonhos da menina? Haverá um meio-termo? Uma enésima solução válida? Qual é afinal a realidade que posso esperar e com que me devo conformar? Será o conformismo uma opção?
É nestas alturas que volto a questionar tudo e sinto-me viva e válida outra vez… Quando se pensa que as grandes questões estão resolvidas vem o tijolo que me atira para o mundo das dúvidas e ao mesmo tempo me faz procurar… E me faz mexer e é isso que a vida pede… Movimento…
Mas hoje olhei… E não vi estrelas no céu a dourar o caminho…

Um problema de cada vez...


E hoje resolveu-se o primeiro! O sítio…
Aquele recanto ainda que a título temporário seja um sítio onde se respira… E inspiro e expiro até a cabeça parar de rodar…
Como? Check! Onde? Check! Quando? Para ontem que parecia amanhã até hoje…
E volto a inspirar… Chegou a hoje e como já estou habituada entre tropeções lá se fez a coisa… E repouso para digerir que desta já me safei!
E os outros 1001 que correm por aqui? Deixá-los correr… Partilhar com o núcleo! Algo se há-de arranjar! Realmente os verdadeiros valem demais! Sinto um conforto extremo por vos ter! Obrigada pelas palavras de conforto e acima de tudo pelas acções! São tão grandes vocês!
E começo um ciclo… Mais um recomeço! E a minha vida é feita assim meio de improviso, prevendo o imprevisível e não tomando nada por certo…
Mas tudo se há-de resolver… Há apenas e só que respirar e pensar em um cada vez…
Mas ainda estou tão cansadita…
Boa noite…
E amanhã acredito que será um…
BOM DIA!

... E foi...