Porque a Lua tem estado perfeita e os dias acordados ao teu lado sabem ao mais doce dos chocolates...
Porque nestes dias que se fundem e nos confundem passou pouco mais de um mês e o nosso olhar vai olhando na mesma direcção e vou olhando para ti...
Porque me armas e desarmas com a destreza de um fuzileiro... Porque te mostro no olhar e nas palavras que me fazes tão feliz...
Porque o meu sorriso é teu, é nosso... Porque o mundo nos abre os braços e nos acolhe enquanto lá fora parece que as portas se fecham quando julgávamos ter a chave...
Porque alienados nos vamos aproximando... Porque unidos nos expandimos...
Porque os meus sabores te adoçam a boca, porque o teu beijo salgado me enriquece...
Porque a alma está cheia, porque o brilho transborda...
Porque nos cliques que são perfeitos vemos a luz que nos inunda, porque talvez o nosso brilho ofusque, na minha que é a tua cidade...
Porque quando te olho nos olhos sinto, porque quero que me sintas...
Porque batemos recordes, porque curiosamente e como já te tinha dito temos mais em comum do que se pensa...
Porque todos os dias a todas as horas é um bom dia...
Porque no processo somos tão nós... Sem rodeios, sem floreados...
Porque digo e escrevo coisas bonitas, porque me acordas e moves o dia entre mimos e surpresas...
Porque somos corajosos e o retragosto não nos tira o sorriso...
E porque sim... Só porque sim... Hoje mais que ontem... E continuo a acreditar que menos do que amanhã...
Porque não gosto de Heineken mas gosto mesmo muito de ti...
sábado, 29 de dezembro de 2012
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
*** Merry, merry christmas! ***
Este Natal quando tudo apontava para o cinzento, a escala virou... Vejo tantas cores...
Obrigada por me mostrares, por me lembrares que há cor... Gosto muito de ti... És a melhor prenda que o Pai Natal me podia ter dado... E o duende que ora nos alegra, ora nos tira do sério...
Estou mesmo muito feliz!
Good news... Só se aceita disso!
Feliz Natal e que maré se arraste para o ano que vem...
Já que cancelaram o fim do mundo só para sermos felizes!
Estou demasiado inebriada pela felicidade... Só te quero abraçar...
Obrigada por me mostrares, por me lembrares que há cor... Gosto muito de ti... És a melhor prenda que o Pai Natal me podia ter dado... E o duende que ora nos alegra, ora nos tira do sério...
Estou mesmo muito feliz!
Good news... Só se aceita disso!
Feliz Natal e que maré se arraste para o ano que vem...
Já que cancelaram o fim do mundo só para sermos felizes!
Estou demasiado inebriada pela felicidade... Só te quero abraçar...
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
What a diference a day makes...
Fez ontem um mês que saíste pela porta e deixaste em mim borboletas e duvida... Foi algo tão repentino que nem o vi bem a chegar... Foi um je ne sais quoi que aconteceu naquele tempo, naquele espaço e soube bem... Mas ainda não tinha nome, não tinha forma além da que já tinha tomado dentro de mim...
Um turbilhão de coisas, palavras que já tinham sido para ti e que esperava secretamente que não soubesses serem tão directas, tão certeiras... Um acumular de momentos e valores que culminava naquelas horas...
Foste naquela tarde/noite com um abraço e um beijo... E eu sem saber bem como te receber em mim, como te sentir, como te olhar, como te tocar...
As duvidas foram-se desfazendo...
Cada beijo, cada abraço... e o sorriso, aquele sorriso que vi tão sincero e despido e que capturei como nunca tinha feito desfizeram as questões e vão desfazendo as amarras em mim...
Sim, mais do que hoje e menos do que amanhã...
Porque vejo os actos mas sou de palavras...
http://www.youtube.com/watch?v=F1r6GcPqFSo&list=PLA9FC4031F479FA98 - está na playlist de hoje e encaixa na perfeição, como tu e eu... eu e tu... nós os dois...
Um turbilhão de coisas, palavras que já tinham sido para ti e que esperava secretamente que não soubesses serem tão directas, tão certeiras... Um acumular de momentos e valores que culminava naquelas horas...
Foste naquela tarde/noite com um abraço e um beijo... E eu sem saber bem como te receber em mim, como te sentir, como te olhar, como te tocar...
As duvidas foram-se desfazendo...
Cada beijo, cada abraço... e o sorriso, aquele sorriso que vi tão sincero e despido e que capturei como nunca tinha feito desfizeram as questões e vão desfazendo as amarras em mim...
Sim, mais do que hoje e menos do que amanhã...
Porque vejo os actos mas sou de palavras...
http://www.youtube.com/watch?v=F1r6GcPqFSo&list=PLA9FC4031F479FA98 - está na playlist de hoje e encaixa na perfeição, como tu e eu... eu e tu... nós os dois...
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Memo,memo!
Sinto-te...
Sorrio-te...
Abraças-me...
Somos outra e cada vez mais um...
Até sim...
E beijo-te outra vez...
Sorrio-te...
Abraças-me...
Somos outra e cada vez mais um...
Até sim...
E beijo-te outra vez...
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
The Happy Road
"Someone told me to get in to this road... I couldn't find it...
I went trough the darkest alleys and back, I walked around...
I crossed streets and avenues and finally I got into a street as shy as the moon, as bright as the sun and it's a sweet and funny road...
And it's so easy to walk around here..."
E realmente quando se anda, quando se ousa tocar nesta ruazinha perdida no meio do mundo, no meio de nós, enfim, acontecem coisas maravilhosas...
Um dia que foi diferente de todos os outros e igual na sua essência, que parecia acabar onde a maioria se tinha fundido na história... Acabou e marcou se calhar um inicio... Ou mais um marco, diria...
Se todos falam da grande conversa que foi o inicio do fim, sabe bem falar daquela que selou enfim o inicio de algo tão fresco, tão delicioso, tão perfeito e desajeitado... A hipérbole das antíteses que se deu e que se tornou a metáfora mais irónica e risonha que algum dia escrevi... Ou sequer me atrevi a pensar...
Regado a temperaturas baixas que se aquecem, aquilo que se vinha a selar com olhares e sorrisos e sobretudo pequenos grandes gestos, selou-se com palavras reais e realistas. Perguntas e afirmações, certezas e risos, uma confiança que se era crescente disparou... A certeza de que um dia a chave foi entregue às cegas mas que hoje se vai entregando e vai abrindo a fechadura da porta fundida em ferro, sem risco de partir como em tempos...
E uma chave que é partida numa porta tão secreta como esta nunca mais é chave, ainda que um elo que as ligue para sempre... Esta porta tem um valor crescente e quanto menos chaves há, mais cautela há em entregá-las...
E pode ser esta a última chave... Até pode...
E porque palavras e risos aquecem o coração mas não o fazem queimar, sela-se uma entrega de tão grande importância com o fogo... E algo se funde, algo se torna um e a marca está feita...
Signed, send, delivered...
http://www.youtube.com/watch?v=SmPMMitJDYg
I went trough the darkest alleys and back, I walked around...
I crossed streets and avenues and finally I got into a street as shy as the moon, as bright as the sun and it's a sweet and funny road...
And it's so easy to walk around here..."
E realmente quando se anda, quando se ousa tocar nesta ruazinha perdida no meio do mundo, no meio de nós, enfim, acontecem coisas maravilhosas...
Um dia que foi diferente de todos os outros e igual na sua essência, que parecia acabar onde a maioria se tinha fundido na história... Acabou e marcou se calhar um inicio... Ou mais um marco, diria...
Se todos falam da grande conversa que foi o inicio do fim, sabe bem falar daquela que selou enfim o inicio de algo tão fresco, tão delicioso, tão perfeito e desajeitado... A hipérbole das antíteses que se deu e que se tornou a metáfora mais irónica e risonha que algum dia escrevi... Ou sequer me atrevi a pensar...
Regado a temperaturas baixas que se aquecem, aquilo que se vinha a selar com olhares e sorrisos e sobretudo pequenos grandes gestos, selou-se com palavras reais e realistas. Perguntas e afirmações, certezas e risos, uma confiança que se era crescente disparou... A certeza de que um dia a chave foi entregue às cegas mas que hoje se vai entregando e vai abrindo a fechadura da porta fundida em ferro, sem risco de partir como em tempos...
E uma chave que é partida numa porta tão secreta como esta nunca mais é chave, ainda que um elo que as ligue para sempre... Esta porta tem um valor crescente e quanto menos chaves há, mais cautela há em entregá-las...
E pode ser esta a última chave... Até pode...
E porque palavras e risos aquecem o coração mas não o fazem queimar, sela-se uma entrega de tão grande importância com o fogo... E algo se funde, algo se torna um e a marca está feita...
Signed, send, delivered...
http://www.youtube.com/watch?v=SmPMMitJDYg
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
What a mess...
Há histórias altamente improváveis e realizáveis...
Da mesma forma que o que tantas vezes parece táctil e verosímil acaba no campo do esquecimento e do impossível...
Será possível um barril de pólvora tocar no fogo e não explodir? Será possível a água aquecer no gelo?
Sinto que a minha história é a da pólvora que tocou no fogo e se manteve pólvora... Não foi explosão...
Esta água que já tantas vezes aqueceu no gelo sente-se a fazer deste mundo de improbabilidades o possível para sobreviver... E vai-se fazendo...
E vai-se moldando o mundo conforme a visão é toldada e apurada, e nós próprios vamos sendo amachucados pelo mundo, pelos outros barris que partilham um porão estranho connosco... Amachucada e de visão turva, a pólvora quase que explode... Mas por norma tem havido a sorte de haver um shake up que apura o olho que tudo vê e expande-se o pensamento mais além e o bate-coração acalma...
Será isto tão confuso quanto já foi um dia o pensamento de uma adolescente nervosa e com demasiada sede do mundo... E no mundo das equações de vários graus, a adolescente pode ser uma mulher coerente... E pode-se aprender a beber, e pode-se aprender com que fazemos, com o que ouvimos e podem-se fazer asneiras... Desde que se aprendam com elas... E há que mudar o que está mal, o que nos faz mal... E há que substituir, remodelar o que se sente necessário... Mas há que manter o núcleo, o sonho, a esperança, o seguro, o que sabe bem, o que faz sorrir...
Conclui-se portanto que essencial é o ar que respiramos... E convém absorve-lo em quantidades largas e em lufadas controladas e serenas... E aprender a contar... Não apenas saber os números...
Da mesma forma que o que tantas vezes parece táctil e verosímil acaba no campo do esquecimento e do impossível...
Será possível um barril de pólvora tocar no fogo e não explodir? Será possível a água aquecer no gelo?
Sinto que a minha história é a da pólvora que tocou no fogo e se manteve pólvora... Não foi explosão...
Esta água que já tantas vezes aqueceu no gelo sente-se a fazer deste mundo de improbabilidades o possível para sobreviver... E vai-se fazendo...
E vai-se moldando o mundo conforme a visão é toldada e apurada, e nós próprios vamos sendo amachucados pelo mundo, pelos outros barris que partilham um porão estranho connosco... Amachucada e de visão turva, a pólvora quase que explode... Mas por norma tem havido a sorte de haver um shake up que apura o olho que tudo vê e expande-se o pensamento mais além e o bate-coração acalma...
Será isto tão confuso quanto já foi um dia o pensamento de uma adolescente nervosa e com demasiada sede do mundo... E no mundo das equações de vários graus, a adolescente pode ser uma mulher coerente... E pode-se aprender a beber, e pode-se aprender com que fazemos, com o que ouvimos e podem-se fazer asneiras... Desde que se aprendam com elas... E há que mudar o que está mal, o que nos faz mal... E há que substituir, remodelar o que se sente necessário... Mas há que manter o núcleo, o sonho, a esperança, o seguro, o que sabe bem, o que faz sorrir...
Conclui-se portanto que essencial é o ar que respiramos... E convém absorve-lo em quantidades largas e em lufadas controladas e serenas... E aprender a contar... Não apenas saber os números...
domingo, 2 de dezembro de 2012
Alienados no mundo...
Ilusão é criar um brilhozinho nos olhos de quem já só vê a escura realidade...
E porque não deixar nascer esse brilho?
E porque havemos de ser aqueles que já só vêm escuridão?
Porque não abrir a porta?
Bastou entreabri-la e veio tudo... O que se queria, o que se esperava e tão mais do que isso...
Bastou um gesto... E seguiu-se o sorriso que era insinuante e debochado e hoje é cúmplice; as horas que continuam deliciosas e que se somam e nos seguem com prazer... As conversas sobre tudo e sobre nada, a partilha de lugares, lugares-comuns, palavras... A partilha do que já é nosso, do que é meu, do que é teu...
O equilíbrio perfeito, o tempo perfeito... O selar de um processo de cura, um vazio que se foi, que se vai enchendo de ataques de riso, de olhares ternos, de um misto de carinho com fogo... Um misto, um uno...
Ilusão? Não! A mais pura realidade... E sendo assim a desilusão torna-se uma equação muito pouco provável... Pressupõe-se que esse famigerado sentimento seja o diluir de uma ilusão... Que não existe... Não aqui, não agora...
Veio e não foi do nada, foi chegando, foi-se mostrando, foi tomando formas e proporções... É isto, é real, é palpável... Bastante, diria... E é quando me olhas nos olhos, e é quando me beijas, e é quando me abraças...
E está cá o brilho nos olhos, e está cá a admiração... E é isso... E acima de tudo... É amizade, é cumplicidade (crescente), é confiança...
Estamos felizes...
http://www.youtube.com/watch?v=Vah8z7vTXBQ - E qué mala vida... =D
Melting the picolé xD
Subscrever:
Comentários (Atom)
