Hoje lembrei-me de ti...
E a minha fértil imaginação começou a divagar sobre como seria se eu tivesse falado, se não tivesses partido tão cedo sem aviso...
Quão bom teria sido perder-me no teu abraço...
E pronto... Cai na realidade...
Tu foste e não há nada que te traga de volta...
E até hoje a culpa mata-me, o remorso baixa-me a guarda e a saudade não acaba...
Eras tu o pai... E acabei sem os dois... E a dor é hoje a dobrar...
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